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Geraldo Alckmin fala na ACRJ que manterá intervenção federal no Rio, se eleito

Para o candidato, o Estado tem que liderar o trabalho do combate à criminalidade, tráfico de drogas, de armas e contrabando

15 de maio de 2018 - 10:34

A Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ) recebeu na semana passada o pré-candidato à Presidência da República Geraldo Alckmin (PSDB) para uma palestra sobre segurança pública, educação e política econômica. O ex-governador de São Paulo prometeu, caso eleito, manter a Intervenção Federal no Rio de Janeiro. “O Governo Federal tem que liderar o trabalho do combate à criminalidade. Tráfico de drogas, de armas, contrabando. Esse problema é nacional. É preciso inteligência e informação”, declarou.

O tucano avaliou que é preciso diplomacia e uma ação em conjunto com países vizinhos para o combate às drogas. “O crime não tem fronteira. Esse é um problema latino americano”, ponderou. “A dependência química é doença, uma questão de saúde publica”, completou. Alckmin ainda lembrou o caso de Nova York, que era uma cidade violenta e, com uma política de “tolerância zero” aplicada pelo prefeito da cidade, passou a ser segura. “Polícia é ação de território. Agora foi aprovado o SUSP (Sistema Único de Segurança Pública), na Câmara dos Deputados, em abril. Temos que ajudar na presença nos bairros, a trazer o governo das cidades para ser parceiro do Estado nesse trabalho”, avaliou.

Sobre alianças com partidos, o tucano disse que as conversas acontecerão até julho, quando serão realizadas as convenções. “Se dependesse de mim, nós já estávamos juntos com o PSB. Agora, temos que respeitar. É outro partido, tem uma lógica própria”, disse.

O ex-governador comentou ainda que o turismo deve ser prioridade absoluta, já que é um grande gerador de empregos, mas que é um caminho a ser percorrido ao lado da segurança pública. “Sou favorável à legalização dos jogos. O desafio do mundo moderno é esse: o futuro do emprego. Porque a tecnologia desemprega. A tecnologia permite produzir mais com menos gente. Mas a economia moderna não inventou consumo sem salário”, avaliou.

Fonte: ACRJ

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