
Cotait, Ana Claudia, Kassab e Caiado. Fotos: Edu Guimarães
Nesta quarta-feira, 12 de agosto, o Conselho Político e Social (Cops) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que faz parte do Sistema CACB, realizou o Terceiro Encontro do Associativismo. Desta vez, com a presença do candidato à Presidência da República pelo PSD, Ronaldo Caiado, e o seu candidato a vice, Gilberto Kassab.
Com participação do presidente da CACB e da ACSP, Alfredo Cotait Neto, o encontro foi coordenado pelo presidente do Cops, Heráclito Fortes. Também estiveram presentes a presidente nacional do CMEC, Ana Cláudia Badra Cotait, o líder político e presidente emérito da CACB, Afif Domingos, e o diretor da Faculdade de Comércio (FAC), Wilson Victorio Rodrigues.
O evento, que ocorreu no Clube Atlético Monte Líbano, em São Paulo, teve a presença de lideranças do Sistema do Associativismo. Fizeram perguntas relacionadas às suas regiões para os presidenciáveis os presidentes de Federações do Espírito Santo, Arthur Avelar, e do Paraná, Flávio Furlan, e da Associação do Rio de Janeiro, Josier Vilar (fotos abaixo).



Líderes do Associativismo participantes:
- Flávio Furlan — FACIAP (PR)
- Arthur Avelar — FACIAPES (ES)
- Célio Bernardi — ACIF Florianópolis (SC)
- Josier Vilar — ACRJ (RJ)
- Manoel Valdeci Machado Elias — FACIDF (DF)
- Fábio Henrique Souza — vice-presidente da FAEM (MA)
- Carlos Bitencourt Jorge — ACIM Marília (SP)
- Evenson Robles Dotto — ACISA Santo André (SP)
- Renan Tavares — FACIASE (SE)
O encontro integrou a agenda do setor produtivo, que segue comprometido com os debates da ACSP e da CACB com os principais protagonistas da vida pública nacional sobre os desafios econômicos e sociais do país. As duas edições anteriores tiveram participação dos candidatos Romeu Zema (Novo) e Augusto Curi (Avante).
Ronaldo Caiado disse que a sua campanha deve ampliar o debate sobre o país. Na economia, ele criticou o desequilíbrio entre receitas e despesas e questionou aspectos da implementação da Reforma Tributária, especialmente seus efeitos sobre pequenos empresários e capital de giro. Também defendeu maior transparência sobre os parâmetros da nova tributação.
Na política externa, o candidato defendeu uma mudança de orientação do Itamaraty, com maior foco na abertura de mercados e na relação com o setor produtivo. Ainda apresentou a ciência e tecnologia como área estratégica de um eventual governo, defendendo parcerias internacionais e o desenvolvimento de cadeias nacionais de semicondutores, baterias e outros produtos de maior valor agregado.
Ao falar sobre segurança e tecnologia, associou a próxima etapa do desenvolvimento brasileiro à capacidade de o país aproveitar a inteligência artificial para aumentar produtividade e acelerar soluções e finalizou: “Antigamente a gente pensava algo para 30 anos; hoje a gente pensa algo para 30 horas.”