1. Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil

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Setenta e dois projetos serão executados pelo Empreender Competitivo

A fase de implementação das ações previstas beneficiará 1.085 empresas

03 de agosto de 2018 - 09:30

A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), por meio do Empreender Competitivo 2017-2019, prevê o desenvolvimento de projetos junto às federações e associações comerciais em prol do crescimento das empresas nucleadas do programa Empreender.

A iniciativa é direcionada a núcleos que tenham pelo menos 18 meses de atuação, sendo uma excelente oportunidade para as empresas nucleadas que necessitam de apoio para desenvolver ações que melhorem a sua competitividade. Dentre essas ações estão consultoria para a melhoria dos processos, capacitação dos presidentes e funcionários, participação de visitas técnicas, certificações, participação em missões, marketing, estudo de mercado, entre outras.

Segundo o coordenador executivo da CACB, Carlos Rezende, a dinâmica do mercado afeta muito a vida das MPEs cujos recursos são limitados: “O Empreender Competitivo surge como uma oportunidade para as empresas se fortalecerem no mercado. A união com outras empresas, o acesso a recursos para desenvolvimento de capacitações, pesquisas, consultorias e a facilidade de acesso às entidades de apoio às MPEs são oportunidades que as empresas podem encontrar no programa”.

Ele acrescenta que, apesar do Empreender Competitivo ser voltado para o crescimento do empresário, o fortalecimento do sistema é um dos resultados obtidos: “As ACEs conseguem reter associados e criar novos relacionamentos”.

Implementação

Em 2017, houve o lançamento do edital e o envio de 245 propostas por parte das entidades. Após a fase de seleção e ajustes, realizada pela CACB em parceria com o Sebrae, 72 propostas foram selecionadas. Inicia-se, então, a parte de execução dos projetos.

O Empreender Competitivo prevê o atendimento a 1.085 empresas. Nos 72 projetos, os segmentos mais contemplados são o de Bares, restaurantes e lanchonetes (10 projetos) e de Automecânica (8). Os demais setores representados são Academias de Ginástica, Artesanato, Autoelétrica, Clínicas Veterinárias, Confecções, Construção Civil, Contabilidade, Economia Criativa, Engenheiros e Arquitetos, Escolas, Farmácias, Feirantes e Pequenos Produtores Rurais, Fruticultura, Imobiliárias, Informática, Marcenaria, Materiais de Construção, Mercados, Mulher Empresária, Panificadoras e Confeitarias, Salões de Beleza e Cabeleireiros, Tecnologia e Inovação, Turismo e Vitivinicultores.

O estado com maior volume de projetos aprovados é Santa Catarina (24), seguido de São Paulo (15), Paraná (13), Minas Gerais (10), Rio Grande do Sul (5), Bahia (2), Mato Grosso (1) e Rio Grande do Norte (1). Além desses, há um projeto do Conselho Nacional da Mulher Empresária (CNME) que envolve vários estados.

Rezende ressalta que, na nova fase, o papel da CACB é de gestão e monitoramento: “Nós somos responsáveis pela execução dos projetos frente ao Sebrae. Nosso papel é contribuir para o alcance dos resultados propostos por meio do acompanhamento técnico e financeiro das ações previstas pelos empresários”.

Campanha #TireSuasIdeiasdaGaveta

Reportagens com informações específicas sobre cada núcleo do Empreender Competitivo serão publicadas em breve no site www.empreender.org.br. A série, que faz parte da campanha #TireSuasIdeiasdaGaveta, tem como objetivo divulgar as ações desenvolvidas no âmbito do programa, bem como o perfil das empresas que formam os núcleos e os resultados por eles obtidos.

Além disso, a nova abordagem visa a promover a integração entre núcleos de diferentes regiões e com metas similares. A analista financeira do Empreender, Patrícia Rêgo, avalia: “É interessante informar ao público quais atividades estão acontecendo em todo o Brasil. Com esta iniciativa, podemos selecionar experiências bem-sucedidas e criar um arquivo para a consulta coletiva no Portal do Empreender”.

Ela ressalta que ações conjuntas, em nível estadual ou nacional, são um desafio para o Programa, uma vez que núcleos com objetivos similares possam ter prioridades diferentes: “Facilitamos e estimulamos o acesso e o aproveitamento das boas práticas. Para uma ação em conjunto, é essencial que o consultor de núcleo setorial conheça as especificidades do segmento – ou dos segmentos – para ajustar os planejamentos estratégicos, sempre com o foco na formação continuada dos empresários e nos resultados”.

Acompanhe!

Fonte: Empreender

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