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Sebrae dá dicas para estimular as vendas de Natal

Gerar oportunidades para o retorno dos clientes após o período de festas é uma das recomendações

17 de dezembro de 2015 - 03:10

Porto Alegre – Este ano de 2015 não foi um bom período para os negócios, mas o mês de dezembro pode inspirar uma retomada de vendas e dar novo fôlego para 2016. Para potencializar o faturamento no período de Natal, o Sebrae no Rio Grande do Sul preparou uma série de dicas e orientações de baixo ou nenhum custo que podem ser adotadas especialmente pelas micro e pequenas empresas.

O coordenador estadual de projetos de varejo do Sebrae no estado, Fabiano Bassani Zortéa, conta que a instituição mobiliza mais de 3 mil lojistas em todo o estado em prol da melhoria de gestão e do desenvolvimento. “Elas participam de projetos com duração média de dois anos que envolvem cursos, consultorias e visitas a feiras”, relata. Entre as atividades promovidas está a realização de palestras sobre como aumentar as vendas em datas especiais e comemorativas.

“É um período de sazonalidade, em que o fluxo das lojas aumenta e os empresários devem estar preparados para receber esse público”, indica Zortéa. A sugestão é comparar com os anos anteriores para fazer uma estimativa de pessoal necessário para o atendimento. Se a loja for nova, vale consultar a vizinhança e até ficar de olho na concorrência. “Só não dá para perder venda porque a loja está muito cheia ou pela fila no caixa”, alerta.

Outra recomendação importante é se preparar para uma clientela diferente. Nesse período, as pessoas vão ao comércio para comprar presentes para parentes e amigos. Por exemplo, um adolescente pode buscar uma gravata para o seu pai em uma loja de roupa masculina e um homem pode comprar cosméticos para a namorada em um espaço especializado. “O comerciante precisa estar preparado para atender esse cliente que não é habitual em seu ponto de venda e, quem sabe, até fidelizá-lo”, recomenda o coordenador do Sebrae no estado.

Apesar da crise, não é o momento de baixar preços e reduzir margens, mas buscar ações diferenciadas e até negociar com fornecedores, principalmente no caso de micro e pequenos negócios. Zórtea aconselha as empresas a buscarem até produtos consignados com a indústria, como forma de desenvolver parcerias para reduzir estoques. “E se a ideia é fazer promoções, que tal conceder descontos ou cupons para compras futuras e estimular as vendas em janeiro e fevereiro?”, propõe.

A empresária Jane Paz, proprietária da Djeine Modas, de Canoas, especializada em confecções femininas, trabalha nesse sentido. Em vez de ofertas que reduzam o preço das mercadorias, ela organiza promoções em troca de brindes como bolsas, necessaires e niqueleiras. “Para o Natal, eu me preparei com uma nova logomarca, uma vitrine com a cara da campanha e o sorteio de um vale-presente no valor de R$ 250”, conta Jane. “A crise não me fez parar. Ao contrário. Os clientes adoram quando tem algo novo e essa é uma motivação”, reconhece a lojista.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

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