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Rotinas e regras são alteradas para se adequarem à nova ordem política

Entidades se preparam para trabalhar com o novo Congresso e seus pleitos

16 de outubro de 2018 - 11:54

O Brasil está mudando, o Congresso também e as entidades, igualmente. Por esta razão, a participação das entidades civis para estar em sintonia com a nova ordem política nacional começa a ganhar novas regras e novo regulamento de ação. Foi esse o mote que iniciou a 3ª reunião do Conselho Deliberativo da CACB, nesta manhã, em Brasília.

Com o Congresso renovado significativamente e com a idade média menor em quatro anos, portanto, parlamentares mais jovens na média, a CACB prepara sua atuação mudando, até mesmo, a visão das Frentes Parlamentares e do processo de negociação, já que as novas bancadas mudaram a ideologia.

Trata-se de um novo Brasil, definiu o presidente da CACB, George Pinheiro, “estamos observando a tendência que chega com os parlamentares eleitos e que vão legislar e modificar o jeito que vínhamos trabalhando”.

Depois de ouvir uma análise sobre a nova ordem política, de João Henrique Hummel, da assessoria parlamentar da União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (Unecs), ficou entendido que a participação das entidades na busca de soluções para os problemas do setor, carrega uma grande veia dos empreendedores, que também precisam participar. Segundo ele, as Frentes Parlamentares apresentaram mais de 20 mil propostas, ano passado, e apenas a do Comércio e Serviços chegou a 7 mil. “Percebemos que fomos mais reativos do que proativos”.

João Henrique Hummel, da assessoria parlamentar da União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (Unecs)

Certamente, este será um dos pontos que serão modificados por parte das entidades que vão se adiantar aos problemas e tentar evitar que eles aconteçam. Outro ponto que precisa ser vencido, disse Hummel, é a questão da insegurança jurídica. “Um grande empecilho para o desenvolvimento e os investimentos”.

Depois de todos os participantes falarem, representando suas entidades de várias regiões do País, Hummel disse que é preciso mudar os marcos legais para evitar a insegurança jurídica. “Está na hora de propor temas com soluções para dar munição aos nossos deputados que, com seu discurso, entrarão em sintonia com os anseios da população”.

A primeira pauta da reunião tratou sobre política e maneiras de agir em relação a ela, e a segunda, abordará questões tributárias.

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