
Publicada pelo portal Monitor Mercantil, a matéria sobre os impactos da reforma tributária no Simples Nacional destaca a preocupação da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil CACB com a possível perda de competitividade das micro e pequenas empresas. Segundo a entidade, as mudanças na sistemática de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços IBS e da Contribuição sobre Bens e Serviços CBS tendem a tornar os optantes do Simples menos atrativos nas relações comerciais entre empresas.
O vice-presidente jurídico da CACB, Anderson Trautman, avalia que a nova regra pode favorecer empresas enquadradas no regime geral, pressionando a participação das micro e pequenas empresas nas cadeias produtivas. Para a confederação, a regulamentação da reforma deve assegurar equilíbrio competitivo e preservar o papel do Simples Nacional na geração de emprego e renda no país.