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Mercado reduz expectativa de alta para PIB de 2018 para 1,53%

Dado foi divulgado nesta segunda-feira, 9, por meio do Relatório do Mercado Focus; Inflação se manteve em 0,35%

09 de julho de 2018 - 12:27

A expectativa de alta para o PIB este ano reduziu de 1,55% para 1,53%, conforme o Relatório de Mercado Focus, divulgado nesta segunda-feira, 9, pelo Banco Central. Há quatro semanas, a estimativa era de crescimento de 1,94%. Os economistas do mercado financeiro mantiveram a previsão para a inflação em julho de 2018, em 0,35%. Um mês antes, o porcentual projetado estava em 0,33%.

Para 2019, o mercado manteve a previsão de alta do PIB de 2,50%, ante 2,80% de quatro semanas atrás. No fim de junho, o BC reduziu sua projeção para o PIB em 2018, de 2,6% para 1,6%. A instituição atribuiu a mudança na estimativa à frustração com a economia no início do ano.

No relatório Focus desta segunda, a projeção para a produção industrial de 2018 passou de alta de 3,17% para avanço de 2,65%. Há um mês, estava em 3,51%. No caso de 2019, a estimativa de crescimento da produção industrial foi de 3,10% para 3,05%, ante 3,20% verificados quatro semanas antes.

A pesquisa mostrou ainda que a projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB para 2018 foi de 55,00% para 54,95%. Há um mês, estava em 55,00%. Para 2019, a expectativa permaneceu em 58,00%, ante 57,05% de um mês atrás.

Inflação. Para agosto, a projeção passou de 0,12% para 0,10% e, para setembro, foi de 0,22% para 0,21%. Há um mês, os porcentuais eram de 0,20% e 0,28%, respectivamente.

No Relatório Trimestral de Inflação (RTI), divulgado no fim de junho, o BC informou que suas projeções de inflação no curto prazo são de 0,27% em julho e 0,20% em agosto.

No Focus de hoje, a inflação suavizada para os próximos 12 meses foi de 4,02% para 3,80% de uma semana para outra – há um mês, estava em 4,49%.

A principal contribuição para o avanço da taxa do IPC partiu dos alimentos, que apuraram alta de 1,59 por cento no mês passado contra acréscimo de 0,24 por cento em maio. Nesta classe de despesa, o destaque foi para o item laticínios, cuja taxa de avanço passou de 1,60 para 5,70 por cento.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-DI) registrou alta de 0,97 por cento no mês, sobre 0,23 por cento antes.

O IGP-DI é usado como referência para correções de preços e valores contratuais. Também é diretamente empregado no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) e das contas nacionais em geral.

Fonte: O Estado de São Paulo

 

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