Crédito: Arquivo/CACB
Matéria da Gazeta Mercantil destaca que mais de 60 organizações empresariais, reunidas no conselho consultivo da Associação Comercial de São Paulo, defendem que eventuais mudanças na carga horária semanal sejam discutidas apenas a partir de 2027, fora do contexto eleitoral.
O presidente da CACB, Alfredo Cotait Neto, assina o manifesto que alerta para os riscos de uma tramitação acelerada da proposta, sem o devido debate com o setor produtivo. O documento ressalta que a complexidade do tema exige ampla discussão e participação dos agentes econômicos.
As entidades também argumentam que mudanças na jornada podem impactar diretamente os custos das empresas e a geração de empregos, especialmente entre micro e pequenos empreendedores.
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