
O presidente da CACB, Facesp e ACSP, Alfredo Cotait Neto, líder nacional do associativismo, criticou a tramitação em regime de urgência do projeto que prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada semanal de trabalho para 40 horas, sem diminuição de salários. A avaliação foi destacada em reportagem publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, que abordou a reação de entidades do setor produtivo à proposta enviada pelo governo ao Congresso Nacional.
Segundo a matéria, representantes empresariais demonstram preocupação com os possíveis impactos econômicos da medida, incluindo riscos à competitividade das empresas, à geração de empregos e ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). O argumento central é que a redução da jornada sem compensações pode afetar principalmente pequenos e médios negócios, além de pressionar custos e reorganização da força de trabalho.
No posicionamento citado pela reportagem, Alfredo Cotait Neto defende que o tema seja discutido com mais profundidade e fora de pressões eleitorais. Para ele, é essencial garantir a participação do setor produtivo na construção de soluções equilibradas, destacando que decisões dessa natureza têm efeitos diretos sobre o ambiente de negócios e o desenvolvimento econômico do País.
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