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#11WCC aborda revolução do e-commerce em micro e pequenas empresas

Diretor de Administração e Finanças do Sebrae, Eduardo Diogo, mediou o debate sobre implementação do e-commerce em empresas, questões tributárias e combate a fraudes em vendas

13 de junho de 2019 - 19:01

As micro e pequenas empresas (MPEs) que utilizam plataformas online têm cinco vezes mais probabilidade de exportar do que aquelas de economia tradicional.No segundo dia do 11WCC, lideraram o debate sobre a revolução do comércio eletrônico dentro das empresas a fundadora da Zedi, vencedora do concurso Google “Small Businesses Going Global Video Challenge” (Gana), Juliet Azedi Ajaab; o coordenador internacional de Projetos da Câmara de Comércio e Serviços da Argentina, Sebastian Ferrari; a diretora de Programas Globais do Centro para Empresas Privadas Internacionais (EUA), Anna Kompanek; o chefe dos Serviços de Comércio Global do Santander (Brasil), Fernando Pierri; e o coordenador nacional de Comércio e Serviços da ABDI (Brasil), Eduardo Rodrigues de Rezende.

O debate foi mediado pelo diretor de Administração e Finanças do Sebrae (Brasil), Eduardo Diogo, que saudou duas autoridades presentes na ocasião: o diretor técnico da entidade, Bruno Quick, e o presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB).

Diretor de Administração e Finanças do Sebrae (Brasil), Eduardo Diogo

Na ocasião, foi discutido como as câmaras de comércio podem capitalizar a revolução do e-commerce e maximizar os benefícios para os pequenos negócios.

Juliet Azedi Ajaab, empresária do ramo da moda, de Gana, falou sobre os obstáculos que enfrentou ao fundar a marca Zedi, entre o inicial problema de confiança dos clientes, uma vez que marcas de vendas provenientes de países africanos não são tão comuns de se encontrar na Internet. Como vantagens, ela citou que os custos com que arcou ao fundar a marca foram bem menores do que seriam em uma loja física. Além disso, a Internet facilitou as vendas no início, quando Ajaab e sua marca não eram conhecidas: “Com um site qualquer pessoa pode conhecer sua marca. Por exemplo, eu não precisei conhecer ninguém para além dos oceanos para conseguir vendas”, aponta.

Em relação a questões tributárias, Fernando Pierri, do Santander, ressaltou a importância de se respeitar o que já é feito no mundo das lojas físicas, assim, se evitam conflitos entre os canais de comércio físicos e online.

Eduardo Rodrigues de Rezende, representante da ABDI, que faz parte do sistema Sebrae e trabalha em prol da produtividade industrial das empresas brasileiras, citou uma pesquisa feita pela entidade, que mostrou que entre os desafios com que as pequenas empresas se preocupam, a categoria “tecnologia e canais digitais“ fica na sexta colocação, atrás de categorias como crescimento comercial, gestão financeira, gestão de pessoas e experiência dos consumidores, que significa, segundo Rezende, que o e-commerce não é a prioridade para as empresas. Ele finaliza: “E-commerce é não apenas um jeito de viver, mas também uma necessidade. A minoria das cidades pequenas brasileiras, por exemplo, não possuem uma livraria. E então, como um consumidor vai experienciar a leitura de um livro? Hoje em dia, na Internet”.

Congresso

O #11WCC reúne mais de 1100 participantes de 100 países, no Windsor Convention & Expor Center, no Rio de Janeiro, até 14 de junho. Saiba mais em www.worldchamberscongress.org e confira a cobertura fotográfica em https://www.flickr.com/photos/_cacb/

 

Por Joana de Albuquerque da Assessoria de Comunicação do #11WCC

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