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Para conselheiros, recomendações feitas pelo Conselhão melhoram o Brasil

Avaliação é que o conselho é fundamental para modernizar o País e diminuir as desigualdades sociais

22 de março de 2018 - 14:09

Quadragésima Sétima Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), o Conselhão. Foto: Marcos Corrêa/PR

Integrantes do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) afirmam que as recomendações trazidas pelo grupo ajudam o País a se tornar mais produtivo e rico. As primeiras propostas começaram a ser implantadas pelo governo e já trazem resultados positivos para o Brasil. A avaliação deles é que o País tem muito a avançar e que o Conselhão vai ser determinante nessa evolução.

Professora de física do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Sonia Guimarães comemora que as primeiras recomendações para a educação foram aceitas e colocadas em prática. “Logo na primeira vez, de seis pedidos que fizemos, três se transformaram em lei. Todos da primeira infância o presidente já acatou”, celebrou.

Emprego e desenvolvimento

Com o governo colocando em prática as sugestões do Conselhão, integrantes já apontam os próximos passos. Para a diretora da Academia Brasileira de Ciência Márcia Barbosa, o País tem de desenvolver pesquisa de ponta dentro das fábricas. “É hora de fazer pesquisa de ponta também na fábrica, está na hora de transformar artigo acadêmico em PIB”, afirmou a conselheira. Ela vai atuar nas áreas de ciência, tecnologia e educação.

George Pinheiro, presidente da CACB e conselheiro do CDES, cumprimentando Michel Temer após a plenária desta quarta-feira (22). Foto: Marcos Corrêa/PR

Emprego, geração de renda e desenvolvimento social estão entre as pautas prioritárias apontadas pelos conselheiros. Para o presidente do Instituto Reformar, Germano Rigotto, o Brasil precisa avançar nas relações comerciais com outros países. Já a diretora do Fundo Brasil de Direitos Humanos Mafoane Odara defendeu discussões relacionadas a questões de classe, raça e gênero. “Quando olhamos o social, não é possível pensar um Brasil para todos se ele não for também para cada um”, afirmou.

Fonte: Palácio do Planalto

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