
Kennedy Calheiros (ACM), João Porto (ACC), Paulo Cavalcanti (ACB) e Josinaldo Soares (ACSI). Imagem: montagem sobre fotos Comunicação ACS e arquivo pessoal
Destacar a importância do associativismo para o desenvolvimento regional e, consequentemente, nacional, é um dos pilares de associações do Nordeste. Representantes de entidades da região ouvidos pela Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) relevam motivações e estratégias que envolvem o trabalho das associações, em geral multissetoriais e articulado com o poder público.
Associações dos estados de Alagoas, Bahia e Ceará se destacam na busca de soluções voltadas ao desenvolvimento econômico do país. O presidente da Associação Comercial de Maceió (ACM) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de Alagoas (Federalagoas), Kennedy Pinaud Calheiros, destaca o papel do empresariado para a geração de riqueza e o enfrentamento de insegurança econômica, por exemplo.
“Esse assunto nos preocupa bastante e deve preocupar todos os brasileiros, independentemente de qualquer camada, de qualquer situação econômica”, defende Calheiros. “Sem crescer economicamente, não conseguiremos tirar o atraso que temos no nosso país”, sinaliza, reforçando a relevância do crescimento econômico para a diminuição da pobreza. Com sede em Maceió, a Federalagoas congrega 18 associações comerciais e empresariais no estado, por meio da adesão voluntária de mais de 1.500 empresas.
Já o presidente Josinaldo Soares, da Associação Comercial de Santana do Ipanema (ACSI), em Alagoas, menciona a relevância da união entre diversos setores da economia para a conquista de um objetivo em comum, que se inicia com o desenvolvimento das cidades. “Juntos, o nosso sistema vai contribuir para o crescimento e desenvolvimento da economia de cada município, de cada estado, formando assim a nossa nação”, afirma. Baseada em princípios de equidade e transparência, a ACSI trabalha com a missão de contribuir para o desenvolvimento sustentável do setor produtivo.
Representante do estado do Ceará, João Porto Guimarães é presidente da Associação Comercial do Ceará (ACC) e da Federação das Associações Comerciais do Ceará (FACC), além de vice-presidente da CACB. Ele defende a relevância do associativismo para o incremento da economia no país e, para isso, traça estratégias para integrar cada vez mais setores e empresas na associação.
“Nós estamos mostrando os produtos que nós temos, como a Faculdade do Comércio, benefícios de saúde e todos os produtos que nós estamos colocando na associação comercial”, revela Guimarães. A ACC é uma organização multissetorial, voltada a empresários do comércio, indústria, agropecuária, serviços, finanças e profissionais liberais de micro, pequenas, médias e grandes empresas.
Pioneirismo – Fundada em 15 de julho de 1811, a Associação Comercial da Bahia foi a primeira associação comercial do Brasil. Atualmente, ela congrega empresários de múltiplos setores, na defesa da melhoria da sociedade. Do estado, o presidente do Conselho Superior da Associação Comercial da Bahia (ACB), Paulo Cavalcanti, defende a participação social por meio do associativismo. “Todos nós devemos acompanhar, participar, porque a transformação do país se faz através da nossa consciência cidadã”, defende.
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