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AMPLIAÇÃO

FGTS tem orçamento ampliado para R$ 104,7 bilhões em 2016

Conselho aprovou aporte de R$ 21,7 bilhões para habitação, destinando R$ 8,2 bilhões a linha Pró-Cotista e outros R$ 10 bilhões em CRIs

26 de fevereiro de 2016 às 20:20
Conselho Curador do FGTS realiza reunião sob o comando do ministro do Trabalho e Previdência Social (MTPS), Miguel Rossetto. Na pauta, a suplementação do orçamento operacional para 2016 Elza Fiúza/Agência Brasil

Conselho Curador do FGTS realiza reunião sob o comando do ministro do Trabalho e Previdência Social (MTPS), Miguel Rossetto. Na pauta, a suplementação do orçamento operacional para 2016 Elza Fiúza/Agência Brasil

O Conselho Curador do FGTS, em reunião realizada nesta sexta-feira (26/02), em Brasília, aprovou por unanimidade a suplementação do orçamento de 2016 em R$ 21,7 bilhões para operações de crédito imobiliário. Serão R$ 10 bilhões destinados a aquisição de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), e outros R$ 8,2 bilhões para aplicação no Programa Pró-Cotista. Com a suplementação, o orçamento do Fundo este ano será de R$ 104,7 bilhões. Foram aprovados também R$ 3 bilhões para produção de imóveis de pessoas jurídicas do ramo da construção civil e outros R$ 500 milhões para operações de produção ou comercialização de imóveis novos.

“Esse adicional vai possibilitar o investimento na construção de moradias para 140 mil famílias, aquecendo o mercado imobiliário, gerando assim mais emprego”, ressaltou o ministro Miguel Rossetto, que presidiu a reunião do Conselho.

Ele destacou que o FGTS está dando sua contribuição ao país, “a partir de uma análise rigorosa e dentro das normas de preservação da solidez e rentabilidade do Fundo. Os recursos destinados pelo FGTS vêm num momento oportuno para incentivar a economia, orientadas por uma agenda de ampliação de crédito e investimento para estimular o crescimento econômico do país’, assegurou o ministro.

Os R$ 10 bilhões destinados a CRI serão liberados em três fases distintas, sendo R$ 4 bilhões até 31 de maio, R$ 3 bilhões até 31 de agosto e outros R$ 3 bilhões até 30 de novembro. Pelo menos R$ 1,8 bilhão de cada parcela, deve ser destinado à habitação popular, sendo 60% do valor total a imóveis novos. A taxa de juros efetiva será de 7,5% ao ano, com prazo de amortização de até 180 meses.

No Pró-Cotista, que é destinado ao detentor de conta vinculada ao FGTS, com juros de 8,66% + TR, o orçamento aprovado para este ano era R$ 1,3 bilhão. O Conselho aprovou hoje uma suplementação de R$ 8,2 bilhões, sendo R$ 4 bilhões destinados a financiamentos de habitação popular, R$ 3,5 bilhões para imóveis cujo valor de venda não ultrapasse R$ 500 mil e R$ 700 milhões para imóveis cujo valor se enquadre nos limites do SFH, R$ 750 mil, destinando 60% a imóveis novos.

Fonte: Assessoria de Imprensa/MTPS

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