O presidente da CACB, George Pinheiro, está preocupado com as repercussões da greve na economia brasileira. “Não podemos paralisar uma engrenagem que já está andando lentamente e que só vai se recuperar com as reformas necessárias”. A decisão das Centrais de convocação da greve foi classificada pela CACB como ”imprópria” diante da necessidade de o País aprovar as reformas trabalhista, previdenciária e política. “Não haverá crescimento, novas vagas de trabalho e desenvolvimento sem que as reformas sejam implantadas”, conclui.