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2º Pacto pelo Brasil apresenta pacote de medidas contra a corrupção

Congresso Pacto pelo Brasil apresentou 70 novas medidas. O pacote foi criado por 200 especialistas, em parceria com a sociedade, que colaborou via internet

21 de agosto de 2018 - 19:57

A Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Minas Gerais (Federaminas) participou do 2º Congresso Pacto pelo Brasil, promovido pelo Observatório Social, em Curitiba, cumprindo uma programação intensa na segunda-feira (20). A ideia de propor métodos para melhorar a gestão pública foi abraçada pelo presidente da entidade, Emilio Parolini, que viajou a Curitiba com uma representação de 10 integrantes da Federaminas. Um dos temas discutidos no encontro foi o combate à corrupção. Parolini participou do painel como apoiador das novas medidas.

A ONG Transparência Internacional e a Fundação Getúlio Vargas apresentaram as 70 novas medidas contra a corrupção. O pacote foi criado por 200 especialistas, em parceria com a sociedade, que colaborou via internet. Entre as ideias, estão projetos para prevenir novos casos de corrupção. Também há propostas para melhorar a fiscalização e identificar a ocorrência de crimes.

As novas medidas trazem ainda propostas de mudanças nas leis que punem a corrupção. Como por exemplo, o aumento no tempo para prescrição de crimes ligados à administração pública e a restrição do foro privilegiado.

“Nós já vimos a corrupção se expressar de todas as maneiras, todos os tipos de esquema e as melhores soluções para o problema. E nós fomos escolhendo, identificando quais eram as soluções que melhor deram resultado e que poderiam ser adaptadas ao nosso país, à nossa realidade”, disse Bruno Brandão, representante da Transparência Internacional no Brasil.

As novas medidas são um aprimoramento de outro pacote anticorrupção, criado pela força-tarefa da Lava Jato em Curitiba em 2015. Eram as dez medidas que receberam o apoio de mais de dois milhões de pessoas. Mas, quando o projeto chegou ao Congresso, sofreu grandes alterações em quase todas as propostas.

Parte das novas medidas precisa de votações no Congresso para virar lei. Por isso, os criadores desse pacote pedem aos eleitores que verifiquem se os candidatos em quem vão votar defendem essas propostas.

“Em 2018, a principal arma do brasileiro contra a corrupção é o voto porque são os deputados federais e senadores que a gente vai colocar no Congresso nacional que podem ou não aprovar uma grande reforma anticorrupção que controle esse grande problema brasileiro”, disse o procurador da República Deltan Dallagnol.

*Com informações do G1

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