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Cresce a adoção de métodos extrajudiciais no Brasil

Segundo entrevistado, advogados consideram método como um novo plano de trabalho que também é estimulado pelo judiciário

23 de fevereiro de 2016 - 20:11
Ao centro André Jobim de Azevedo com Zelio Hocsman (E) e Alexandre Gadret (D) da ACPA – Foto: Renato Albasini

Ao centro André Jobim de Azevedo com Zelio Hocsman (E) e Alexandre Gadret (D) da ACPA – Foto: Renato Albasini

O baixo custo e a agilidade garantiram ao Brasil a terceira colocação mundial na escolha pelos meios extrajudicias para a resolução de conflitos. O método é considerado por advogados como um novo plano de trabalho que também é estimulado pelo judiciário, conforme informou o presidente da Câmara de Arbitragem da Federasul (CAF), André Jobim de Azevedo, nesta terça-feira (23/02), durante o “Bom Dia Associado” da Associação Comercial de Porto Alegre (ACPA). Ao apresentar o tema “Arbitragem nos negócios”, o convidado comentou que existem 140 Câmaras espalhadas pelo País e falou sobre os benefícios de optar pela metodologia.

Na apresentação, o Jobim detalhou como a mediação, conciliação e arbitragem ganharam terreno nos últimos 16 anos. “A ineficiência do poder judiciário foi um empurrão, um sopro a favor dos métodos extrajudiciais”, avaliou o palestrante ao argumentar que não é aceitável aguardar até 10 anos para chegar a solução de um conflito.

Nesse ambiente ganhou força a arbitragem que inclusive tem reconhecimento destacado na redação do novo Código de Processo Civil, que entende o método como um parceiro que caminha ao lado do poder judiciário. Segundo o presidente do CAF com a adoção da arbitragem é possível chegar ao fim de um impasse em até um ano. “As Câmaras abrem espaço para que as partes construam juntas um acordo”, explicou André Jobim.

Ele ainda enfatizou que além dos custos e do tempo de duração dos procedimentos serem menores, “outra vantagem é as partes poderem dar continuidade aos negócios”. Para finalizar, deixou um recado de como é importante observar a reputação e a credibilidade da Câmara no momento da escolha da instituição que vai administrar o conflito.

Fonte: Federasul

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