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Contribuição para fundo cai 22% e contas de luz ficam 2% mais baratas

Aneel definiu nesta terça (7) o orçamento da CDE, fundo que financia ações e programas no setor elétrico. Consumidores terão que pagar R$ 11,9 bilhões via tarifa.

07 de fevereiro de 2017 - 11:41

A Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) custará aos consumidores de energia R$ 11,904 bilhões em 2017. Esse valor é 22,2% menor que o cobrado em 2016, quando orçamento ficou em R$ 15,3 bilhões. A CDE é um fundo que financia programas como o Luz para Todos e o Tarifa Social, que subsidia a conta de luz de famílias de baixa renda. Ele também banca a compra de parte do combustível usado nas termelétricas que atendem aos chamados sistemas isolados, regiões do Norte do país onde a rede de transmissão de energia ainda não chegou.

Do total de R$ 11,904 bilhões, R$ 8,214 bilhões serão pagos por todos os consumidores, tanto os chamados “livres”, que compram energia diretamente das geradoras, quanto os cativos, atendidos por distribuidoras (residências, comércio). Os outros R$ 3,69 bilhões serão pagos apenas pelos cativos. Esses recursos serão cobrados por meio de um encargo embutido nas contas de luz.

A Aneel estima que a queda no valor da CDE vai proporcionar um barateamento das tarifas de energia no país de 2,03%, na média. Para os consumidores do Norte e Nordeste, essa redução será de 0,35%, na média, e, para os consumidores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, de 2,7%, também na média. A redução da tarifa para os consumidores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste é maior porque eles contribuem mais para a CDE.

Fonte: G1 e Assessoria de Imprensa CACB

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