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Comércio varejista apresenta crescimento em março no comparativo anual e trimestral

De acordo com a PMC/IBGE de março, as vendas cresceram 6,2% em comparação ao mesmo período de 2020

19 de maio de 2021 - 10:46

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Apesar dos resultados negativos do comércio varejista e do varejo ampliado em março, comparado a fevereiro, com -6,8% e -7,1%, respectivamente, o varejo apresentou crescimento na comparação com março e com o primeiro trimestre do ano passado. De acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC/IBGE) de março, as vendas do comércio varejista cresceram 6,2% em comparação ao mesmo mês do ano passado e encerraram o trimestre com um aumento de 3,1% em relação aos três primeiros meses de 2020.

O desempenho foi influenciado por alguns fatores como as vendas de farmácias e lojas de artigos de pessoal e doméstico, cuja procura subiu durante o período de restrições à mobilidade, que ocorreu em março.

No varejo ampliado, os segmentos automotivos e de materiais de construção apresentaram crescimento e influenciaram no resultado positivo. Em março de 2021 no comparativo com março do ano passado, observou-se crescimento de 25,5% deste tipo de varejo. No acumulado do primeiro trimestre, o varejo ampliado cresceu 11,3% em relação ao mesmo período de 2020.

“No segmento de material de construção estamos tendo uma retomada aos poucos, com a construção civil e obras de infraestrutura. No segmento automotivo, Pernambuco está sendo favorecido e o mercado está bem mais competitivo, devido ao escoamento do polo automotivo em Goiana, por conta do encerramento de atividades por grandes montadoras no Brasil, incluindo parques fabris na Bahia e no Ceará”, explica o economista da assessoria Econômica da Fecomércio-PE, Ademilson Saraiva.

“Quando a gente verifica o varejo tradicional, como as áreas de vestuário, calçados, móveis, eletrodomésticos, alimentação e equipamentos de comunicação, ainda apresentaram um desempenho desfavorável no primeiro trimestre de 2021, especialmente no caso dos hipermercados e supermercados, que tiveram uma queda de 4,5%. O resultado foi muito influenciado pelo aumento dos alimentos”, complementa o economista.

Fonte: Folha de Pernambuco

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