Brasil - 23 de November de 2017 - 18:34
16 de agosto de 2016 - 16:02

Uma nova configuração associativa

Na segunda Reunião do Conselho Deliberativo da CACB, em 30 de junho, discutimos um tema de grande relevância, ou seja, a importância das eleições municipais deste
ano e a valorização dos dirigentes das cidades, matéria de capa desta edição de Empresa Brasil.
Assinado pela entidade e pela Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), o documento “As Associações Comerciais e o Brasil do Governo Temer” traça um cenário para o novo Brasil, com destaque para o protagonismo das Associações Comerciais localizadas nos municípios.
O texto, de 15 páginas, destaca que as Associações livres e independentes representam grande vetor de capacidade para influir no ambiente. Diz o documento que, ante um país em reconstrução, os empresários não podem se comportar como meros espectadores.
Como se não fossem as nossas empresas que irão investir, incorporar tecnologia e valores ambientais, modernizar-se, gerar renda, proporcionar empregos, pagar impostos, proporcionando aos governos receitas para que cumpram o papel de amenizar a nossa dívida social e prestem os serviços de que são encarregados prioritariamente.
O fato é que, três décadas após a redemocratização, ainda falta ao Brasil uma estabilidade política para mudar o cenário e um novo Pacto Federativo para acabar com a guerra fi scal e garantir melhor divisão no bolo dos tributos a estados e municípios. Continuamos sem uma política para o futuro e sem projetos nacionais.
Exatamente por isso o atual momento tem tudo para permitir o reconhecimento da necessidade de uma nova confi guração associativa representar os interesses da sociedade, para conseguir participar ativa e efi cazmente da institucionalização do país e abertura de sua economia.

George Teixeira Pinheiro, presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB)

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