Brasil - 23 de November de 2017 - 18:26
02 de novembro de 2017 - 17:37

O cidadão ganha espaço

Organizar-se como cidadão para contribuir com a comunidade em busca de soluções, mudando a tática da terceirização para a do fazer com o próprio empenho, é uma das novidades deste novo tempo que nasce no Brasil.  Precisamos sair da zona de conforto para “brigar” pelas causas e ajudar o poder público na busca de soluções para as questões que envolvem a comunidade. Neste cenário, cabe às entidades empresariais um papel especial.

Estamos todos frustrados pela falta de participação nas políticas públicas além de estarmos ausentes da influência diante dos tomadores de decisão. Por esta razão, pretendemos incentivar, através da nossa capilaridade o engajamento cívico da classe produtiva, pois estão esgotados os espaços dos tradicionais atores neste processo.

As políticas públicas estão à disposição dos cidadãos que, pelo processo democrático, têm acesso aos dados oficiais com a implantação dos portais de transparência. Temos um grande contingente de cidadãos que compreendem os problemas pelos quais o Brasil está mergulhado que tem muito a ver com a falta do Estado na vida das pessoas.

Falta saúde, falta escola, falta segurança, falta infraestrutura e tem muito Estado na arrecadação de impostos, mexendo com o bolso dos cidadãos sem dar nada em troca. Aí entra nosso papel. Promover a inclusão, ou via cursos de formação, ou através de outros ensinamentos, que ajudem as pessoas a darem a volta por cima.

A participação política da classe produtiva ocupou espaço na pauta do 4º Fórum CACB Mil, realizado neste mês, em Foz do Iguaçu. Ali, constatamos o potencial para contribuir em busca de soluções através de propósitos e da compreensão sobre a necessidade de se eliminar ou amenizar a grande diferença social. É a cidadania ocupando seus espaços.

 

 

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