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14 de novembro de 2017 - 13:46

Em Madri, George Pinheiro fala de oportunidades de investimentos no Brasil

O presidente da CACB participou do painel "Oportunidades Comerciais de ambos os lados do Atlântico, uma visão múltipla", durante a XLVI Assembleia da Aico

Participando da XLVI Assembleia da Associação Iberoamericana de Câmaras de Comércio (Aico), o presidente da CACB, George Pinheiro participou do painel “Oportunidades Comerciais de ambos os lados do Atlântico, uma visão múltipla”.

George Pinheiro no painel “Oportunidades Comerciais de ambos os lados do Atlântico, uma visão múltipla”, durante a XLVI Assembleia da Aico

Ao lado de representantes de câmaras da Argentina, Chile, Colômbia, Espanha, México, Nicarágua, Panamá e Portugal, Pinheiro apresentou números da economia brasileira, que tem, aos poucos, retomado seu crescimento. O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, por exemplo, fechou o segundo trimestre deste ano com um crescimento de 0,6% para o setor de serviços e 1,4% para o consumo das famílias, após nove trimestres de queda.

Outro número apresentado pelo presidente foi o da recuperação do setor externo. Em agosto, o superávit da Balança Comercial, no acumulado em 12 meses, bateu a marca dos US$ 63 bilhões, um recorde histórico. As reservas internacionais mantêm-se em excelente nível. Em julho deste ano alcançaram a marca de US$381 bilhões, representando 31 meses do valor anual médio das importações brasileiras de bens.

“Somente nos dois primeiros meses de 2017, o Brasil recebeu US$ 16,8 bilhões de investimentos estrangeiros”, disse George Pinheiro.

O presidente da CACB apresentou cinco boas razões para se investir no nosso país: o mercado consumidor em expansão; a posição geográfica estratégica; a boa recepção a estrangeiros; a biodiversidade; e as políticas de incentivos. “O Brasil oferece vários tipos de incentivos com a finalidade de ampliar a economia em regiões afastadas dos grandes centros, ou proporcionar avanços sociais às parcelas de mão de obra qualificadas”, disse. De acordo com Pinheiro, o Brasil constitui o 7° maior mercado consumidor do mundo e a perspectiva é que até 2023 seja o 5°.

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