Brasil - 22 de setembro de 2017 - 04:58
21 de junho de 2017 - 14:31

E a nave vai…..

A economia brasileira resiste, bravamente. Parece que se descolou da política. A lenta recuperação, já identificada em vários indicadores, se mantém. Prova disto são os prognósticos que revelam pequena repercussão da crise política nos indicadores econômicos. O PIB é um exemplo: O boletim semanal Focus, do Banco Central, reviu a projeção do Produto Interno Bruto deste ano, de 0,50% para 0,40%.

Todo cenário político aponta para uma provável e factível revisão. No entanto, nossa força produtiva resiste. Alimentamos vários temores a respeito de nossa política e de nossa economia também, mas o fato da economia crescer nos indica bons presságios. A recuperação, ainda que lenta, marca o fim da recessão que paralisou o País deixando sua marca mais cruel: desemprego de 14 milhões de trabalhadores.

As fábricas estão trabalhando. O comércio vendendo, ainda que lentamente. O setor de serviços evoluindo. Sabemos também que muitas áreas da economia se preparam para o mercado externo. Até mesmo o mercado financeiro, vulnerável aos fatores políticos, opera normalmente.

Não podemos esquecer ainda das reformas, apesar de todos os problemas que estamos vivenciando. A aprovação da emenda constitucional que impôs um teto à expansão dos gastos públicos é um exemplo eficiente que pode estar sustentando esta sensação de desempenho positivo.

As reformas trabalhista e previdenciária que estão em fase de aprovação no Congresso são bons indícios. Neste particular, vamos acrescentar que começamos a preparar a mobilização empresarial no sentido de mostrar, aos senadores, como é fundamental que a reforma trabalhista seja aprovada no Senado. O País precisa dela para retomar seu crescimento.  Vamos participar!

De nossa parte, vale reafirmar que continuarmos atentos e alertas para impedir qualquer movimento artificial para incentivar a economia, cujo preço já conhecemos.

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